28 Novembro, 2016

Património da Humanidade – 5º aniversário

No passado dia 27 de Novembro celebrámos o 5º Aniversário da inscrição do Fado na Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade e os motivos para comemorar foram muitos.

A EGEAC e o Museu do Fado fizeram do 5º aniversário uma grande festa, em diferentes locais da cidade, com vários concertos, exposições, visitas cantadas e novos discos e livros.

Com o Teatro São Luiz promovemos dois concertos muito especiais: a Toada de Portalegre onde Ricardo Ribeiro e Rabih ABou-Khalil se fez acompanhar pela Orquestra Metropolitana de Lisboa e um concerto de Carlos do Carmo, que convidou Ana Moura e Joel Pina –  o decano dos músicos – a partilhar o palco.

No Museu do Fado, apresentámos Terços de Fado de Tânia Oleiro, o segundo disco da editora Museu do Fado Discos e FNAC e inaugurámos a exposição Phonógrafo de Manuel João Vieira é inaugurada com fados interpretados pelo Lello Perdido, um dos alter-egos do artista.

No fim-de-semana de 26 e 27 de Novembro, o Museu ofereceu Visitas Cantadas, com entrada livre, apresentando novas vozes do Fado que são já uma certeza. E porque em equipa vencedora não se mexe, o Museu do Fado voltou a apostar na Banda Desenhada de Nuno Saraiva – o Fado de Malhoa – Pintor Fino da Mouraria, que chegou mesmo a tempo de celebrar o 5º aniversário da consagração do Fado como Património da Humanidade.

Porque Há Fadistas que celebram e cantam o Fado de norte a sul do país, o Museu editou o álbum de fotografia de Pedro Teixeira Neves, um retrato deste património vivo, com textos de Maria do Rosário Pedreira e Rui Vieira Nery.