A EGEAC é a empresa municipal da cidade de Lisboa responsável pela Gestão de Equipamentos e Animação Cultural.
Os equipamentos culturais sob gestão EGEAC são: Castelo de São Jorge, Cinema São Jorge, Maria Matos Teatro Municipal, Museu da Marioneta, Museu do Fado, Palácio Marquês de Pombal, Palácio Marquês de Tancos, Padrão dos Descobrimentos, São Luiz Teatro Municipal, Teatro Taborda e Casa Fernando Pessoa.
Paralelamente aos espaços que gere, a EGEAC é responsável pela programação de várias iniciativas: Festas de Lisboa, Lisboa na Rua, Carnaval de Lisboa, Concertos de Natal, Música nas Praças, Rotas e Rituais, entre outros eventos culturais que se realizam em Lisboa.
A EGEAC é tutelada pela Câmara Municipal de Lisboa.
Ser líder na criação e promoção cultural na cidade de Lisboa, referência na gestão de equipamentos e eventos, agente de valorização patrimonial e catalisador de uma rede artística e cultural.
Criar uma personalidade cultural única e distintiva para a cidade de Lisboa, estimulando a criação e promoção artística, investindo em projectos culturais de referência e potenciando o diálogo entre a cidade e os seus públicos, locais, nacionais e internacionais.
Inaugurada em 1993, a Casa Fernando Pessoa foi concebida como um centro cultural destinado a homenagear Fernando Pessoa e a sua memória na cidade e no bairro onde passou os últimos quinze anos de vida. Desenvolvendo uma actividade pioneira na divulgação da obra de Fernando Pessoa bem como na divulgação da poesia portuguesa e estrangeira, este espaço assume uma programação o mais possível diversificada.
Pequeno universo polivalente, a Casa Fernando Pessoa projecta a sua actividade em torno de quatro grandes vertentes: museológica, dinamização cultural, serviço educativo e biblioteca especializada em poesia, na qual assume principal relevo o espólio literário pessoal do poeta, constituído por cerca de 1200 títulos.
Possuindo um auditório, jardim, salas de exposição, uma vasta colecção de obras de artistas contemporâneos e uma importante parte do espólio - objectos e mobiliário - pertença do poeta, a Casa Fernando Pessoa transporta-nos ao “labirinto pessoano” e à melancolia e frieza da sua vida sentimental.
O último quarto de Fernando Pessoa é o único espaço preservado na sua originalidade, expondo alguns móveis que lhe pertenceram e que o acompanharam ao longo de uma vida de mudanças de habitação, designadamente a cómoda onde Fernando Pessoa terá escrito, na triunfal noite de 8 de Março de 1914, três dos seus poemas maiores.
Horário
10h - 18h
Encerrar aos Domingos e nos feriados 1 Janeiro, 1 Maio e 25 Dezembro.
Endereço Rua Coelho da Rocha, 16, Campo de Ourique, 1250-088 Lisboa
Como chegar Autocarros: 709, 720, 738 | Elétricos: 25, 28
Contactos +351 213 913 270 | info@casafernandopessoa.pt
www.casafernandopessoa.pt | mundopessoa.blogs.sapo.pt
Acessibilidade Acessível a pessoas com mobilidade reduzida.
Aberto ao público 7 dias por semana, o Castelo de S. Jorge é hoje um local onde se pode desfrutar do património, ficar a saber um pouco da história de Lisboa no Museu, explorar os vestígios do bairro islâmico do século XI no Sítio Arqueológico, descobrir vistas inéditas da cidade no Periscópio – Torre de Ulisses, passear pelos jardins e miradouro, fazer uma pausa no Café do Castelo, participar em visitas guiadas ou noutras actividades lúdico-pedagógicas ou, simplesmente, deixar-se encantar com a música, o teatro, a dança e as tertúlias sobre património que vão animando os dias neste notável Monumento de Lisboa.
O Castelo de S. Jorge – Monumento Nacional integra a zona nobre da antiga cidadela medieval (alcáçova), constituída pelo castelo, os vestígios do antigo paço real e parte de uma área residencial para elites. A fortificação, construída pelos muçulmanos em meados do século XI, era o último reduto de defesa para as elites que viviam na cidadela: o alcaide mouro, cujo palácio ficava nas proximidades, e as elites da administração da cidade, cujas casas são ainda hoje visíveis no Sítio Arqueológico. Após a conquista de Lisboa, em 25 de Outubro de 1147, por D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, até ao início do séc.XVI, o Castelo de S. Jorge conheceu o seu período áureo enquanto espaço cortesão. Com a integração de Portugal na Coroa de Espanha, em 1580, o Castelo de S. Jorge adquire um carácter funcional mais militar, que se manteve até ao início do século XX. É no decorrer do século XX que se redescobre o castelo, os vestígios do antigo paço real, a alcáçova islâmica e as vivências de outrora. As intervenções de restauro de 1938-40, acentuaram-lhe a imponência actual, resgatada no meio das demolições então levadas a cabo, atestando materialmente, aqui e ali, fragmentos das construções do passado documentadas amiúde nas fontes escritas. Já no final do século XX, as investigações arqueológicas promovidas em várias zonas contribuíram, de forma singular, para constatar a antiguidade da ocupação no topo da colina e confirmar o inestimável valor histórico que fundamentou a classificação do Castelo de S. Jorge como Monumento Nacional, por Decreto Régio de 1910. Os testemunhos dessas vivências do passado são dados a conhecer no Museu e visitáveis no Sítio Arqueológico.
Horário
9h– 21h (Março a Outubro)
9h – 18h (Novembro a Fevereiro)
Encerra nos dias 1 de Janeiro, 1 de Maio e 25 de Dezembro
Última admissão: 30 minutos antes da hora de encerramento
Endereço Castelo de S . Jorge, 1100-129 Lisboa
Como chegar Autocarros: 37 | Eléctricos: 12, 28 | Parques de estacionamento: Portas do Sol e Chão do Loureiro
Contactos +351 218 800 620 | info@castelodesaojorge.pt | www.castelodesaojorge.pt
Acessibilidade
Casas-de-banho: 3 casas-de-banho e 1 casa-de-banho para pessoas portadoras de deficiência
Circuito para pessoas com mobilidade reduzida: Disponível acolhimento personalizado
Cães-guia: São bem-vindos
Pólo central da actividade cultural da cidade, o Cinema São Jorge apresenta, hoje em dia, uma programação eclética, ao longo de temporadas anuais que têm na sua essência a apresentação dos principais festivais de cinema da cidade, para além de inúmeras antestreias cinematográficas, concertos de música e espectáculos de teatro.
Um dos mais emblemáticos cinemas de Lisboa, construído, no final dos anos 40 do séc. XX, por iniciativa da Sociedade Anglo-Portuguesa de Cinemas, com projecto do arquitecto Fernando Silva, foi inaugurado em 1950. A sua inovação e arrojo valeram-lhe a atribuição por unanimidade do Prémio Municipal de Arquitectura desse ano. Considerado uma 'obra moderna', afastando-se do modelo nacionalista então em vigor, adoptou novas técnicas construtivas, das quais se destaca o betão, que permitiram novas soluções estruturais e decorativas.
No início dos anos 80 do séc. XX, após obras de remodelação e por razões de rentabilidade, a grande sala de cinema, inicialmente concebida com plateia, balcão e 2º balcão, cuja monumentalidade espacial era única, foi subdividida em 3 salas de menores dimensões, com uma lotação/capacidade para 1354 lugares. Em 2000, o imóvel passou para a autarquia. Após uma intervenção na fachada e remodelação no interior, reabriu em Novembro de 2001.Desde essa data funciona com uma actividade regular de exibição de filmes (comerciais e antestreias), para além de acolher Festivais e outros eventos de grande visibilidade, no âmbito das artes performativas, como espectáculos de Dança, Teatro e Música. Este edifício está em vias de classificação como imóvel de interesse público.
Endereço Avenida da Liberdade 175 R/C, 1250 - 141 Lisboa
Como chegar Metro: Avenida | Comboio: Rossio - Linha de Sintra
Contactos +351 21 310 34 00 | cinemasaojorge@egeac.pt | http://cinemasaojorge.pt
Acessibilidade O Cinema São Jorge proporciona acesso facilitado a pessoas com mobilidade reduzida através de plataforma elevatória, rampas e elevador.
O Maria Matos Teatro Municipal abriu as suas portas ao público em 1969, em homenagem a uma figura de grande prestígio da cena portuguesa na primeira metade do século xx, com um projecto da responsabilidade do Arquitecto Fernando Ramalho.
A programação do Maria Matos Teatro Municipal concentra-se na criação contemporânea e estende a sua actividade a todas as artes do palco – teatro, dança e música. Assume-se como pólo dinamizador da criação independente em Lisboa, tornando-se um interlocutor activo dos muitos criadores e companhias portuguesas sem teatro próprio ou sem estrutura fixa. Tornou-se um co-produtor teatral e promove activamente o intercâmbio e a colaboração a nível nacional e internacional, inscrevendo a criação nacional num contexto europeu e global.
Desenvolve a sua actividade no campo de atracção entre o local e o global, inscrevendo-se em redes de programação e produção internacionais.
Num espírito de serviço público, inerente ao estatuto de Teatro Municipal, o Maria Matos é um lugar onde artistas e públicos se encontram para reflectir sobre a arte e o mundo em que vivemos.
Endereço Av. Frei Miguel Contreiras, 52, 1700-213 Lisboa
Como chegar Autocarros: 7, 35, 727, 737, 767 | Metro: Roma | Comboio: Roma-Areeiro, Linha de Sintra e Linha da Azambuja
Contactos +351 218 438 800 | teatromariamatos@egeac.pt | www.teatromariamatos.pt
O Museu da Marioneta foi criado em 1987 pela Companhia de Marionetas de S. Lourenço que se dedicava à realização de espectáculos itinerantes pelo país e pelo estrangeiro. Encontra-se, desde Novembro de 2001, no Convento das Bernardas, fundado em 1653, por concessão de D. João IV.
Este museu é inteiramente dedicado à interpretação e divulgação da história da marioneta e difusão do teatro do género, percorrendo a história desta expressão artística através do mundo, apresentando os diferentes tipos de marionetas e as diversas abordagens que elas permitem, com especial relevo para a marioneta portuguesa.
O espólio do Museu é constituído por mais de mil peças, marionetas de todos os tipos de técnica de manipulação e máscaras provenientes das mais diversas partes do mundo e várias culturas. Desde 2008, mostra também a colecção de marionetas africanas e asiáticas pertencente ao coleccionador Francisco Capelo.
Dispõe de uma sala de espectáculos, espaços de exposições temporárias e Laboratório das Artes, local de aprendizagem e criação. O Serviço Educativo promove visitas orientadas, oficinas de construção de marionetas, festas de aniversário e as Manhãs Criativas para pais e filhos (sempre no último Domingo de cada mês).
Horário
10h-13h / 14h-18h
Encerra à segunda-feira e nos dias 1 de Janeiro, 1 de Maio, 25 de Dezembro e 31 de Dezembro a partir das 13H00
Última admissão: 30 minutos antes da hora de encerramento
Endereço Convento das Bernardas, Rua da Esperança, n° 146, 1200-660 Lisboa
Como chegar Autocarros: 706, 713, 727, 714 | Elétrico: 25 | Comboio: Santos - Linha de Cascais
Contactos +351 213 942 810 | museudamarioneta@egeac.pt | www.museudamarioneta.pt
Acessibilidade
O Museu da Marioneta proporciona acesso facilitado a pessoas com mobilidade reduzida através de uma plataforma elevatória, rampas e elevador. Estes acessos são efectuados por uma porta lateral do edifício, sendo necessário o acompanhamento por um colaborador do Museu, pelo que se solicita que informe, local ou telefonicamente, da chegada prevista.
O Museu do Fado abriu as suas portas ao público em 1998 celebrando o valor excepcional do Fado como símbolo identificador da cidade de Lisboa, o seu enraizamento profundo na tradição e história cultural do país, o seu papel na afirmação da identidade cultural e a sua importância como fonte de inspiração e de troca intercultural entre povos e comunidades.
Este espaço integra várias valências, para além do seu circuito expositivo: um Centro de Documentação, uma Escola (com cursos de guitarra portuguesa e gabinete de canto) uma loja temática, um auditório com programação regular de eventos, bem como um espaço de restauração/cafetaria. Detentor de um riquíssimo acervo documental constituído por colecções discográficas, fotografias, filmes, cartazes, periódicos, repertórios, partituras, programas, troféus, adereços instrumentos e objetos diversos. Através de uma sucessão de ambientes recreados por meios audiovisuais, o visitante é convidado a conhecer a história do fado.
Horário
10h - 18h
Encerra à segunda-feira e nos dias 1 de Janeiro, 1 de Maio e 25 de Dezembro
Endereço Largo do Chafariz de Dentro, 1, Alfama, 1100 - 139 Lisboa
Como chegar Autocarros: 728, 735, 759, 794 | Metro: Santa Apolónia | Comboio: Sta Apolónia – Linha da Azambuja e Linha do Norte
Contactos +351 218 823 470 | info@museudofado.pt | www.museudofado.pt
Acessibilidade Equipamento acessível a pessoas com mobilidade reduzida.
Restaurante A Travessa do Fado | +351 218 870 144| +351 968 176 300 | geral@atravessadofado.com
Um dos ex-líbris de Lisboa, o Padrão dos Descobrimentos está inserido numa das zonas de maior valor patrimonial, possuindo uma das mais belas vistas de Lisboa.
O Padrão promove regularmente exposições e conferências. O Serviço Educativo disponibiliza actividades em torno da história do monumento e da temática dos descobrimentos.
Erguido pela primeira vez, em 1940, de forma efémera (em estafe), integrado na Exposição do Mundo Português, da autoria do arquitecto Cottinelli Telmo (1847-1948) e do escultor Leopoldo de Almeida (1898-1975), e refeito em betão armado e pedra rosal de Leiria, entre 1958 e 1960, sob a direcção do arquitecto António Pardal Monteiro, tendo sido inaugurado em 9 de Agosto desse mesmo ano, por ocasião do V Centenário da Morte do Infante D. Henrique.
O edifício representa um navio com três velas que avança sobre o Tejo; trinta e duas figuras monumentais, esculpidas em duas rampas, seguem o Infante D. Henrique, que surge destacado na proa do navio. O conjunto escultórico representa personalidades notáveis da época dos Descobrimentos, das letras, das artes, navegadores, cartógrafos, cosmógrafos e evangelizadores.
Composto por um mastro estilizado, com orientação Norte – Sul, apresenta em cada uma das faces dois escudos portugueses, com cinco quinas, envolvidos por faixa com 12 castelos, e ao centro flores-de-lis estilizadas.
Adossam-se, em cada face, três estruturas triangulares, com uma das faces curva, dando a ilusão de velas enfunadas pelo vento.
Na parte posterior do monumento sobressai a espada de Avis, sobre uma cruz estilizada. Espada e cruz são os símbolos da dilatação do império e da fé, que aqui surgem como expressão escultórica sintetizada da ideia de Cruzada.
Em 1985, foi inaugurado como Centro Cultural das Descobertas, integrando um auditório e diversas salas para exposições temporárias, sendo possível subir ao topo da construção, de onde se observa uma das mais belas vistas do Tejo e da zona ocidental de Lisboa.
Horário
10h - 18h (Outubro a Abril)
10h – 19h (Maio a Setembro)
Encerra nos dias 1 de Janeiro, 1 de Maio e 25 de Dezembro
Última admissão: 30 minutos antes da hora de encerramento
Endereço Av. Brasília, 1400-038 Lisboa
Como chegar Autocarros 28, 714, 727, 729, 751 | Elétrico 15
Contactos +351 213 031 950 info@padraodosdescobrimentos.pt | www.padraodosdescobrimentos.pt
Acessibilidade A arquitectura do monumento dificulta o acesso a pessoas com mobilidade reduzida, no entanto asseguramos a mesma através do o apoio humano necessário, mediante informação atempada.
O Palácio Pombal, ou dos Carvalhos, foi o Solar de Sebastião de Carvalho e Melo, 8.º senhor do morgado de Sernancelhe. O seu neto Marquês de Pombal, em 1770, iniciou importantes obras de restauro e ampliação no Palácio, contratando o escultor João Grossi para o embelezamento dos interiores.
O Palácio manteve-se na família Pombal durante todo o séc. XIX. Em 1921, a parte extrema do lado sul, foi vendida a José da Silva Graça para demolição e posterior ampliação e reedificação do edifício do jornal O Século. A parte central do edifício foi adquirida pela Câmara Municipal de Lisboa em 1968.
Actualmente o Palácio está cedido à Carpe Diem Arte e Pesquisa, uma plataforma de pesquisa e experimentação e estudos no âmbito das artes contemporâneas.
Este é um equipamento gerido pela EGEAC EEM. (inserir hiperligação para página da empresa municipal) e encontra-se actualmente cedido ao projecto Carpe Diem – Arte e Pesquisa.
Endereço Rua de O Século, 79, Bairro Alto, 1200-433, Lisboa
Como chegar Autocarro: 92 | Eléctrico: 28, Elevador da Bica | Estação de Metro: Baixa-Chiado
Contactos +351 211 977102 | info@carpediemartepesquisa.com | www.carpediemartepesquisa.com
O Palácio Marquês de Tancos é uma construção seiscentista, ampliada e melhorada no séc. XVIII. Em 1539, o Palácio pertencia ao Conde de Castanheira, D. António de Ataíde, a quem sucede sua filha D. Joana, casada com D. Nuno Manuel, Senhor de Atalaia, Salvaterra e de Tancos. D. João Manuel de Noronha, 6.º Conde de Atalaia e 1.º Marquês de Tancos, foi o responsável pela ampliação e melhoramentos do Palácio. Este pouco sofreu com o Terramoto.
Até 1865, o Palácio foi pertença da família, ano em que é adquirido por um comerciante, e subdividido para inquilinato. Durante largo tempo, o Palácio esteve arrendado a vários comércios e pequenas oficinas, bem como a instituições diversas e a particulares.
Em 1980, foi adquirido pela Câmara Municipal de Lisboa.
Actualmente é sede da EGEAC (inserir hiperligação para página da empresa municipal), mas também palco para projectos culturais cujo conceito e especificidade a este espaço se adequem.
Endereço Palácio Marquês de Tancos, Calçada Marquês de Tancos, 2, 1100-340 Lisboa
Contactos +351 218820090 | geral@egeac.pt
Parque de Estaciomamento Mercado Chão do Loureiro
Sob o impulso do Actor Guilherme da Silveira constituiu-se em 1894 uma sociedade para a edificação de um Teatro, na antiga rua do Tesouro Velho, em terrenos pertencentes à Casa de Bragança. Preside o Visconde de São Luiz Braga, com Celestino da Silva, Alfredo Miranda, Alfredo Waddington e António Ramos, familiar de Ramalho Ortigão. Cumprindo um projecto do arquitecto francês Louis-Ernest Reynaud modificado em Lisboa por Emilio Rossi, é inaugurado oficialmente em 22 de Maio, pelo Rei D. Carlos e pela Rainha D. Amélia de Orleães, de quem viria a receber o nome de Teatro Dona Amélia. Em 1918 morre o Visconde de São Luiz de Braga e, em homenagem ao seu grande dinamizador, passa a chamar-se Teatro São Luiz.
Com uma programação de referência, o São Luiz Teatro Municipal ganhou relevo nas vertentes culturais em que se integra, como teatro, música, dança, stand-up comedy, encontros e debates, entre outras. A versatilidade das propostas apresentadas nos seus dois palcos – Sala Principal e Jardim de Inverno - reflecte um conceito de teatro municipal que visa uma diversificação de públicos
Endereço Rua António Maria Cardoso, 28, 1200-027 Lisboa
Como chegar Elétrico: 28 |Metro: Baixa-Chiado | Comboio: Cais do Sodré – Linha de Cascais | Parque: Largo do Camões
Contactos +351 213 257 640 | info@teatrosaoluiz.pt | www.teatrosaoluiz.pt |www.facebook.com/SaoLuizTeatroMunicipal
Acessibilidade
PÚBLICO COM MOBILIDADE REDUZIDA: todos os espaços do São Luiz são acessíveis a pessoas com cadeiras de rodas e carrinhos de bebé, excepto o1º e 2º balcão. Próximo da entrada principal existe um elevador para o piso superior (1: Jardim de Inverno, camarotes de 1ª ordem) e os dois pisos inferiores (Piso-1: WC Homens, Piso-2: WC Senhoras). As casas-de-banho são acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida.
PÚBLICO CEGO E COM BAIXA VISÃO: o São Luiz disponibiliza a programação da temporada, assim como as folhas de sala dos espectáculos, em Braille e ampliado, desde que contactado com uma antecedência mínima de 8 dias. O contacto pode ser feito através do telefone 213 257 640 (Direcção de Comunicação) ou do e-mail info@teatrosaoluiz.pt
PÚBLICO SURDO: todas as peças de teatro que são produção própria do São Luiz têm uma sessão com interpretação em Língua Gestual Portuguesa. As datas destas sessões são anunciadas nos materiais de divulgação dos espectáculos e no site do São Luiz. Os espectadores surdos deverão reservar os seus lugares, no mínimo com uma semana de antecedência, através do email bilheteira@teatrosaoluiz.pt para que se garanta bom contacto visual com os intérpretes.
APOIO: para qualquer outro apoio ou informação da nossa parte no que diz respeito às questões de acesso, contacte-nos através do telefone 213 257 640 (Direcção de Comunicação) ou do email info@teatrosaoluiz.pt
Inaugurado em 1870 este edifício cumpriu a sua função de sala de espectáculos de bairro até ao presente século. Após um período de decadência extrema sofreu obras, segundo projecto dos arquitectos Nuno Teotónio Pereira e Bartolomeu Costa Cabral levadas a efeito pela CML - DMRU, sendo reinaugurado em 1995. Esta intervenção, que valeu a atribuição de uma menção honrosa do Prémio Eugénio dos Santos em 1997, respeitou os elementos tradicionais existentes, mas, superando a ideia de simples restauro ou reconstrução, ampliou espaços interiores, criou transparências entre frente e traseiras, abriu o edifício ao exterior.
Endereço Costa do Castelo, 75, 1100-178 Lisboa
Contactos +351 21 885 41 90 | geral@teatrodagaragem.com | www.teatrodagaragem.com
Estacionamento Parque Chão do Loureiro
Numa parceria com várias Juntas de Freguesia de Lisboa e tendo por objectivo assinalar este acontecimento festivo realiza-se, anualmente na terça-feira de Entrudo na Baixa Pombalina, o Desfile de Carnaval da cidade.
Durante a época natalícia realizam-se os já tradicionais Concertos de Natal em Lisboa. Com um repertório musical essencialmente sacro, os Concertos de Natal são um momento de simbiose entre a música e o património cultural que constituem as Igrejas de Lisboa.
As Festas de Lisboa realizam-se de forma oficial desde 1932. Contudo só em 1934 a Câmara Municipal de Lisboa chamou a si a organização dos tradicionais festejos inspirados nos Santos Populares. Preservando a tradição popular de Lisboa, com relevo para as Marchas, os Casamentos de Santo António, os Arraiais e o Fado, actualmente as Festas de Lisboa assumem-se também como um evento de referência nas expressões culturais mais contemporâneas. As Festas de Lisboa são hoje um espaço de inovação e renovação da cidade e, principalmente, de interacção entre distintos géneros artísticos e os seus públicos.
O seu programa, diversificado e multicultural, foi recentemente premiado com uma menção honrosa pelo Turismo de Portugal, reconhecendo o seu papel na promoção turística da cidade de Lisboa e do país.
Uma das últimas grandes criações inspiradas pela Cidade, orgulhosa extensão do Homem, foi essa possibilidade de viajarmos dentro de nós, à medida que a percorremos, deixando-nos invadir, sitiar por inesperados pedaços de um inquieto caleidoscópio onde habitam realidade, aspiração e sonho.
Na cidade promontório e labirinto partimos à conquista do tempo de Verão! A rua será certamente o sítio onde nos encontramos, cruzamos e seguimos mas é indubitavelmente aí onde nos podemos perder pela surpresa, pela curiosidade, pela errância. Por isso a elegemos como território desta programação entre Agosto e Setembro. Uma das últimas grandes criações inspiradas pela Cidade, orgulhosa extensão do Homem, foi essa possibilidade de viajarmos dentro de nós, à medida que a percorremos, deixando-nos invadir, sitiar por inesperados pedaços de um inquieto caleidoscópio onde habitam realidade, aspiração e sonho. Se assim o fizermos a nossa procura não conhecerá limites. Por isso a andorinha surge, este ano, como metáfora dessa imensidão; ser livre e gregário, no seu corpo-cubista múltiplas facetas transportam a diversidade de experiências e sensações deste Lisboa na Rua 2012 que deseja transformar – todos quantos não receiem essa ilimitada busca – em viajantes da Cidade, caçadores de sensações, reféns da sua própria imaginação. Programamos, pois, trinta dias de muitos espaços: praças, miradouros, coretos, jardins onde despojados da inquietude de um ano que findou, nos deixaremos transportar a outras paragens e a outros tempos; como fio condutor de anteriores edições, Clássicos na Rua, um renovado programa para formações de Câmara; A Arte da Big Band e Meo Out Jazz, celebrando um público de fiéis cada vez mais numeroso; Fitas na Rua, festejando, nesta edição, o cinema português; Projecto Vicente ou a exploração de novas abordagens visuais da cidade e da sua simbologia. Associámos-lhe, todavia, novas apostas: a vídeo arte resultando de uma parceria com o Festival Fuso; Bal Moderne, a dança como obra colectiva integrada na Bienal Artista na Cidade; por fim uma homenagem ao compositor Luiz Gonzaga em torno da sanfona, instrumento central da música popular brasileira. Eis as pontes que vos estenderemos em direcção ao infinito, atravessá-las é rumar a este Verão com os olhos postos no fio do horizonte.
Conselho de Administração da EGEAC
Programação em www.lisboanarua.com
Música nas Praças é, na sua edição de 2012, a despedida de um Verão em que sentimos
Lisboa celebrar-se a si própria. Se esta constatação nos instiga a prosseguir o nosso
caminho com mais veemência e paixão, devolve-nos também a convicção de uma
cidade que reage aos momentos de grande adversidade, através de uma experiência feita
de colectivo, de comunhão e de pertença. Embora fiéis ao seu território de origem,
o Chiado, decidimos este ano associar-lhe a Mouraria como novo destino. A razão não é,
naturalmente fortuita! Uma vez alcançado o amadurecimento do evento ao cabo, de
5 anos, o futuro do Música nas Praças passará certamente por um confronto mais ousado
com outras realidades de Lisboa. É natural portanto que esse desafio aconteça no
momento em que a Mouraria (re)surge perante a cidade com a força arrebatadora de uma
identidade viva, diversa e contrastante.
O Conselho de Administração da EGEAC
O Rotas e Rituais é um evento anual que reúne várias expressões artísticas e culturais sob um tema específico. A sua programação integra concertos, teatro, cinema, exposições, conferências e ateliers.