"Sabão Sardinha" Cheiro a festa pró menino e prá menina!
"Tantas casas, mas nenhum lugar para viver." Um homem com uma mala está entre muitas casas, mas nenhuma é sua. São demasiado caras ou estão alugadas para turistas. Esta ilustração reflete a luta silenciosa de encontrar um lar numa cidade que já não parece sua.
"Entre os pingos da chuva" Esta sardinha surge como resultado dos vários dias chuvosos do início de 2025, em que, não podendo sair de casa, foi possível dar asas à criatividade. Esperando que a chuva se afaste durante os santos populares, fica assim uma forma de relembrar estes meses mais cinzentos.
"Sardinha Encalcetada" Quis trabalhar uma parte essencial da cidade de Lisboa, que transmitisse o valor de “tradição”. Desenhei esta sardinha como se estivesse ainda a ser construída pelo seu próprio calceteiro. O jogo com o espaço negativo, de forma irónica, alude para uma trinca dada no peixe que é agora reconstruído. À medida que ia preenchendo o pavimento, dei por mim a ser também um calceteiro, o que deixou uma sensação de proximidade não só com a criação, como com os passeios por onde todos os dias passo.
"Sardinha Bordada: A Tradição em Cada Ponto" Uma sardinha que homenageia a arte do bordado tradicional português, trazendo à tona a delicadeza e a riqueza dos motivos florais e geométricos que representam a essência cultural de regiões como Viana do Castelo e Madeira. Com cores vibrantes e formas sutis, esta criação celebra a herança artesanal de Portugal, traduzindo sua beleza em um símbolo simples, mas repleto de significado e história.
"Sabão Sardinha" Cheiro a festa pró menino e prá menina!
"Tantas casas, mas nenhum lugar para viver." Um homem com uma mala está entre muitas casas, mas nenhuma é sua. São demasiado caras ou estão alugadas para turistas. Esta ilustração reflete a luta silenciosa de encontrar um lar numa cidade que já não parece sua.
"Entre os pingos da chuva" Esta sardinha surge como resultado dos vários dias chuvosos do início de 2025, em que, não podendo sair de casa, foi possível dar asas à criatividade. Esperando que a chuva se afaste durante os santos populares, fica assim uma forma de relembrar estes meses mais cinzentos.
"Sardinha Encalcetada" Quis trabalhar uma parte essencial da cidade de Lisboa, que transmitisse o valor de “tradição”. Desenhei esta sardinha como se estivesse ainda a ser construída pelo seu próprio calceteiro. O jogo com o espaço negativo, de forma irónica, alude para uma trinca dada no peixe que é agora reconstruído. À medida que ia preenchendo o pavimento, dei por mim a ser também um calceteiro, o que deixou uma sensação de proximidade não só com a criação, como com os passeios por onde todos os dias passo.
"Sardinha Bordada: A Tradição em Cada Ponto" Uma sardinha que homenageia a arte do bordado tradicional português, trazendo à tona a delicadeza e a riqueza dos motivos florais e geométricos que representam a essência cultural de regiões como Viana do Castelo e Madeira. Com cores vibrantes e formas sutis, esta criação celebra a herança artesanal de Portugal, traduzindo sua beleza em um símbolo simples, mas repleto de significado e história.