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Sobre a EGEAC

A EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural – é responsável pela gestão de alguns dos mais emblemáticos espaços culturais da cidade e pela realização das Festas de Lisboa e de outras atividades de referência em espaço público.

Vista do Rio Tejo para a Praça do Comércio. Canto superior direito- um enfeite das festas populares

A empresa

Com uma intervenção privilegiada na cidade, a EGEAC assegura uma programação multidisciplinar, abrangente, inclusiva e democrática, tanto na esfera contemporânea como na mais popular.

Constitui missão da EGEAC promover o acesso diversificado e qualificado aos bens e serviços de cultura, estimular a criação artística, valorizar o património cultural, incentivar o acréscimo e a formação de públicos e desenvolver a promoção, preservação e dinamização da atividade cultural de Lisboa.

Designadamente:

  • A promoção do acesso, em condições financeiras equilibradas, da generalidade dos cidadãos aos bens e serviços por si prestados;
  • A realização de atividades que visem a promoção do desenvolvimento económico local, a eliminação de assimetrias e o reforço da coesão social;
  • A promoção da gestão integrada e participada dos equipamentos do Município de Lisboa que estão sob sua gestão;
  • A conservação, manutenção e desenvolvimento dos espaços culturais que tutela.

Pedro Moreira
Presidente do Conselho de Administração

EGEAC, Cultura com propósito que inspira

Foi com enorme honra e sentido de missão que a nova equipa que constitui o Conselho de Administração da EGEAC aceitou o convite para liderar esta empresa muito especial e única no panorama da gestão cultural em Portugal.

Iniciámos em agosto uma caminhada ao longo da qual esperamos trazer o cunho pessoal de cada um dos membros do CA e a nossa visão de gestão, aliando-a às ideias e sugestões – que fazemos questão de ouvir, receber e incorporar – de uma organização onde as pessoas têm voz e são valorizadas.

Temos uma cidade que nos aguarda, ávida de propostas e oportunidades de viver e experienciar cultura e o que esta consegue proporcionar: momentos de alegria, partilha, entretenimento e descoberta. Numa palavra, trazer felicidade aos nossos munícipes.

A nossa responsabilidade nunca foi maior: relevar e fazer esquecer um dos períodos mais desafiantes da nossa história coletiva, onde as pessoas ficaram privadas de afetos e socialização, condenadas ao isolamento forçado. Mas não são apenas os consumidores de cultura que ficaram privados do bem que a cultura traz, também agentes, prestadores, promotores e todo o ecossistema que sustenta a cultura ficou impedido de executar o seu propósito.

Urge recuperar Lisboa e o setor da cultura da fratura social que vivemos.

Por esse motivo, a EGEAC pós-pandemia tem como prioridade absoluta fazer a cultura brilhar de novo em Lisboa.

O novo Conselho de Administração gostaria de contar com todos e cada um para levar a cabo esta missão, pois só com pessoas empenhadas, equipas bem orquestradas, agendas criativas e inovadoras e uma utilização inteligente e adequada de recursos ao nosso dispor será possível fazer a diferença pela cultura nesta Cidade única.

Lisboa espera por nós e nós estamos prontos para dar a Lisboa o melhor da EGEAC. Vamos a isso?

 

Notas biográficas do Conselho de Administração

 

História

Em agosto de 1995, a Câmara Municipal de Lisboa criou uma empresa pública municipal, a EBAHL – Equipamentos dos Bairros Históricos de Lisboa, seguindo políticas e dinâmicas de reabilitação e revitalização urbana. Apostar na realização de projetos âncora, que atraíssem e fixassem a população nos bairros, reabilitar e transformar grandes equipamentos (edifícios ou conjuntos de edificado) e desenvolver projetos culturais eram os grandes objetivos desta nova empresa.

Faziam parte do conjunto de equipamentos geridos pela empresa o Castelo de S. Jorge (área museológica e o bairro do Castelo), o Teatro Taborda e área envolvente, o Palácio Pancas Palha, em Santa Apolónia, o Largo do Chafariz de Dentro, para onde se projetava um espaço museológico dedicado ao Fado, o Convento das Bernardas (onde germinava um projeto museológico dedicado às marionetas) e o Palácio Marim Olhão, na Calçada do Combro. Em 1996, reconhecendo que as Festas de Lisboa tinham as suas raízes culturais e programáticas nos bairros históricos, «e que o carácter efémero destas manifestações deveria deixar raízes para o futuro», a organização deste evento passou a ser uma responsabilidade da EBAHL.

A empresa integrou, desde a sua constituição, equipas multidisciplinares que preparavam os projetos, acompanhavam as obras e planeavam os novos espaços culturais. Em 2003, a EBAHL mudou a designação para EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural – configurando esta mudança também uma nova estratégia.

A atividade da empresa estendeu-se dos bairros históricos para uma escala maior – a da cidade – e novos espaços culturais se lhe juntaram: os teatros São Luiz e Maria Matos, o Cinema São Jorge, o Padrão dos Descobrimentos (2003), a Casa Fernando Pessoa (2012), o Atelier-Museu Júlio Pomar e as Galerias Municipais (2014), os diferentes núcleos do Museu de Lisboa, o Museu Bordalo Pinheiro e o Museu do Aljube (2016). Em 2018 abriram as portas do LU.CA – Teatro Luís de Camões, dedicado à programação para crianças e jovens, e em 2019 foi inaugurado o Teatro do Bairro Alto.


Resolução extrajudicial de litígios de consumo

A EGEAC, E.M. é aderente do Centro de Arbitragem de Conflito de Consumo de Lisboa, com os seguintes contatos:

  • Rua dos Douradores, 116, 2º
    1100-207 LISBOA;
  • Tel: +351 218 807 030 / Fax: +351 218 807 038;
  • E-mail: juridico@centroarbitragemlisboa.pt / director@centroarbitragemlisboa.pt;
  • Web: www.centroarbitragemlisboa.pt

Em caso de litígio o consumidor pode recorrer a esta Entidade de Resolução de Litígios.
Mais informações em Portal do Consumidor www.consumidor.pt.