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Campanhas Festas de Lisboa

Da cultura ao desporto, passando pela política, a Sardinha foi-se adaptando aos tempos enriquecendo o seu visual em diferentes momentos, tendo superado a concorrência do Europeu de Futebol de 2004, jogando à bola, celebrando o Ano Europeu do Diálogo Intercultural, em 2008, com sardinhas do mundo (e, claro, uma bem portuguesa de faiança) ou transformando-se num símbolo das coletividades e associações culturais dos bairros lisboetas que dela se apropriam para divulgar os seus eventos.
A sua imagem sobressaiu na cidade: em pendões espalhados pela cidade, telas, saias de palco e cartazes, em spray, com técnica do stencil, em silhuetas a preto (versão retro a fazer lembrar os antigos cartazes de espetáculos) ou com um sticker-logótipo na barriga e novas cores.
Decorando elétricos e táxis da cidade ou circulando penduradas nos autocarros da Carris, em mupis nas paragens de autocarro e no metro, nos quiosques, a Sardinha transcendeu também a sua semelhante ‘assada a pingar no pão’, em arraiais, assistindo às marchas populares ou a concertos, sendo a rainha das festas da cidade.