Concursos Sardinhas
Em 2011 a EGEAC lança o concurso de criatividade “Sardinha Festas de Lisboa”, desafiando qualquer pessoa, amadora ou profissional, de nacionalidade portuguesa ou estrangeira, de qualquer idade, individual ou coletivamente, a criar sardinhas para as festividades populares.
Dá-se, assim, início à democratização da criação da sardinha, através de uma competição internacional destinada a estimular a participação de todos/as na imagem da campanha de comunicação das Festas de Lisboa.
Além de um simpático prémio pecuniário, as Sardinhas passaram a ser o rosto das festas maiores da cidade, aparecendo em todos os materiais de divulgação, incluindo as desejadas sardinhas de guerrilha, coladas durante a noite pela cidade, pedindo para ser “roubadas” logo pela manhã.
O êxito, no ano de estreia do concurso, com uma coleção digna de ser mostrada e vista, para além das sardinhas vencedoras, levou a uma parceria da EGEAC com a Fundação Millennium bcp para a realização de várias exposições após cada concurso. Uma ideia que justificou esta aposta inicial e se traduziu em 9 exposições e mais de cem mil visitantes.
Milhares de sardinhas, digitais e tridimensionais, de todas as cores, feitios e texturas, de autores consagrados e virtuosos amadores, com temas políticos, históricos, simplesmente gráficas ou abstratas, lisboetas e do mundo. As sardinhas e os seu autores mostram a riqueza e a diversidade dos imaginários, de todos e de cada um. Uma legião de fãs e o ritual de criar, colecionar e ver sardinhas criaram a força e o crescimento exponencial desta marca, que vai muito para além de qualquer estratégia, transformando a Sardinha num êxito criativo global.
Ao longo de mais de uma década as Sardinhas também tiveram, um papel interventivo na sociedade, social, cultural, histórico e político, apresentando-se em forma de quase tudo: sardinha – repórter, sardinha- ‘influencer’, sardinha-ativista, sardinha-artista, sardinha-desportista, sardinha-diplomata… facetas de uma imagem-símbolo da cidade e do mundo.
E foram muitas as etapas marcantes: em 2013 são admitidas pela primeira vez sardinhas em vídeo; em 2014 foi lançada oficialmente a marca Sardinha com a EGEAC a desafiar várias marcas e empresas a desenvolverem produtos próprios e a associarem-se a este fenómeno; 2016 foi o ano com mais propostas recebidas (8776); em 2019 estreou a Turma da Sardinha (concurso paralelo dirigido aos alunos do Ensino Básico do país); em 2020, o concurso foi prolongado durante mais de um mês, em plena quarentena da pandemia; e em 2021, para celebrar o décimo aniversário do concurso foram premiadas 10 sardinhas.
15 edições, 100 vencedoras e 29 menções honrosas depois o Concurso das Sardinhas continua a inspirar e a cativar novos participantes, insistindo em superar todas as nossas expectativas.

Concursos Sardinhas
Em 2011 a EGEAC lança o concurso de criatividade “Sardinha Festas de Lisboa”, desafiando qualquer pessoa, amadora ou profissional, de nacionalidade portuguesa ou estrangeira, de qualquer idade, individual ou coletivamente, a criar sardinhas para as festividades populares.
Dá-se, assim, início à democratização da criação da sardinha, através de uma competição internacional destinada a estimular a participação de todos/as na imagem da campanha de comunicação das Festas de Lisboa.
Além de um simpático prémio pecuniário, as Sardinhas passaram a ser o rosto das festas maiores da cidade, aparecendo em todos os materiais de divulgação, incluindo as desejadas sardinhas de guerrilha, coladas durante a noite pela cidade, pedindo para ser “roubadas” logo pela manhã.
O êxito, no ano de estreia do concurso, com uma coleção digna de ser mostrada e vista, para além das sardinhas vencedoras, levou a uma parceria da EGEAC com a Fundação Millennium bcp para a realização de várias exposições após cada concurso. Uma ideia que justificou esta aposta inicial e se traduziu em 9 exposições e mais de cem mil visitantes.
Milhares de sardinhas, digitais e tridimensionais, de todas as cores, feitios e texturas, de autores consagrados e virtuosos amadores, com temas políticos, históricos, simplesmente gráficas ou abstratas, lisboetas e do mundo. As sardinhas e os seu autores mostram a riqueza e a diversidade dos imaginários, de todos e de cada um. Uma legião de fãs e o ritual de criar, colecionar e ver sardinhas criaram a força e o crescimento exponencial desta marca, que vai muito para além de qualquer estratégia, transformando a Sardinha num êxito criativo global.
Ao longo de mais de uma década as Sardinhas também tiveram, um papel interventivo na sociedade, social, cultural, histórico e político, apresentando-se em forma de quase tudo: sardinha – repórter, sardinha- ‘influencer’, sardinha-ativista, sardinha-artista, sardinha-desportista, sardinha-diplomata… facetas de uma imagem-símbolo da cidade e do mundo.
E foram muitas as etapas marcantes: em 2013 são admitidas pela primeira vez sardinhas em vídeo; em 2014 foi lançada oficialmente a marca Sardinha com a EGEAC a desafiar várias marcas e empresas a desenvolverem produtos próprios e a associarem-se a este fenómeno; 2016 foi o ano com mais propostas recebidas (8776); em 2019 estreou a Turma da Sardinha (concurso paralelo dirigido aos alunos do Ensino Básico do país); em 2020, o concurso foi prolongado durante mais de um mês, em plena quarentena da pandemia; e em 2021, para celebrar o décimo aniversário do concurso foram premiadas 10 sardinhas.
15 edições, 100 vencedoras e 29 menções honrosas depois o Concurso das Sardinhas continua a inspirar e a cativar novos participantes, insistindo em superar todas as nossas expectativas.






