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22 de Abril, 2026

Na despedida das Festas de Abril celebra-se a liberdade e os caminhos que levaram à construção da Democracia

É com Jazz no Cinema São Jorge que nos despedimos das Festas de Abril. Duas noites de música pensadas pelo Hot Clube de Portugal que celebram a vitalidade e a pluralidade do jazz português contemporâneo, apresentando quatro propostas artísticas distintas: o grupo vocal LEIDA, dirigido por Mariana Dionísio, Ricardo Toscano Trio, projeto Trevo, liderado pela saxofonista Maria João Leite, e Mário Laginha. Um ciclo de quatro concertos, diversos nos estilos, inconformado, original, e que faz o seu percurso num país que aprendeu, há cinquenta e dois anos, que a liberdade também se pratica nos palcos.

E a música é só o início. Do teatro à leitura, passando por passeios pela cidade e conversas, as Festas de Abril celebram a liberdade e os caminhos que levaram à construção da Democracia.

O Museu do Aljube recebe o público, de portas abertas, no dia 25, entre as 10h e as 18h. Uma boa oportunidade para ver a exposição Elas tiveram medo e foram, focada nas experiências das mulheres presas políticas.

O povo está a rua! Praças e paços das revoluções é um percurso sugerido pelo Museu de Lisboa – Teatro Romano que revisita os palcos das principais revoluções, desde 1385 a 1974.

O Teatro São Luiz apresenta Um homem e o seu criado, de Cláudia Nóvoa, um espetáculo inspirado em Luís XIV que mistura circo, dança e performance para explorar a fragilidade do poder absoluto e a relação entre autoridade e subordinação.

O LU.CA convida os mais novos para uma sessão de leitura, “uma sessão com muitas palavras que são como senhas para a Liberdade”, a partir de histórias selecionadas e lidas por Bru Junça.

Para celebrar o 25 de Abril de 1974, o Castelo de São Jorge desafia as famílias a embarcar numa aventura pelo património, que cruza a história do monumento com os valores da liberdade, da participação e da democracia, numa visita-jogo.