A nova exposição do Atelier-Museu Júlio Pomar inspira-se nas obras “Húmus”, de Raul Brandão (1917) e de Herberto Helder (1967), dois marcos da literatura portuguesa que assentam na metáfora da terra como arquivo e força geradora.
Reunindo mais de 100 obras, a exposição apresenta peças relevantes da vasta trajetória de Graça Morais, incluindo inéditos, e criações concebidas especificamente para este projeto pela dupla Daniel Moreira e Rita Castro Neves, cuja prática se define pela contaminação entre linguagens e disciplinas. A estas, juntam-se esculturas e obras gráficas de Júlio Pomar, além de vários desenhos mostrados ao público pela primeira vez. As diversas vozes destes artistas convergem em torno dos ciclos de decomposição e regeneração, entre o fim e o reinício, entre a morte e o gesto criador.
Com curadoria de Ana Rito, “Húmus” abre portas na próxima no dia 26 de novembro, às 18h.







